Por Neide Gomes Barros
Em vários encontros corporativos, abordamos a questão da empregabilidade em tempos de incerteza e apresentamos a importância das habilidades técnicas por meio do conhecimento constantemente adquirido. É importante ressaltar que o conhecimento técnico, será sempre fundamental no exercício de cada profissão. Porém, quando percebemos a crescente valorização relacionada ao comportamento humano, só o conhecimento não é suficiente, pois necessitamos nos relacionar com as pessoas.
Tenho vivenciado diversas frustrações profissionais tanto por parte da empresa, quanto por parte do profissional, pela falta de habilidades em conduzir situações que impactam diretamente no comportamento e atitudes humanas, fundamentais na fundamentação dos valores que devem fazer parte de uma organização.
Trabalhar a educação nas organizações vai além das dimensões técnicas, é preciso direcionar a prática profissional para um nível maior do Ser, e nesta constante construção, buscar fundamentar os comportamentos que vislumbrem as relações saudáveis, seguras e éticas é fundamental para uma gestão de alto desempenho.
E nesta pauta a inteligência emocional precisa ser entendida nas esferas corporativas, devendo atingir os objetivos, buscando o equilíbrio entre “o que” e “como”.
A capacidade de dominar com destreza suas atribuições técnicas, a habilidades de realizar suas tarefas com eficiência, sempre serão consideradas relevantes. No entanto, nenhum delas se traduzirá em resultados concretos se a denominada inteligência emocional não estiver presente em qualquer organização, principalmente em uma época em que relacionamentos no trabalho necessitam cada vez mais de melhor desempenho da equipe, devendo haver interação nas rotinas de qualquer empresa.
Para melhor entendimento, vamos ao conceito de Daniel Goleman, onde define inteligência emocional como “Capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nos e de nos relacionarmos.”
Acredito neste ponto de vista. Não devemos classificar o controle de emoções como algo negativo. Não se trata de bloquear sentimentos das pessoas, mas de ensinar e aprender como lidar com emoções. O autocontrole, senso de responsabilidade e o desenvolvimento da autoestima podem e devem ser ensinados desde a infância. E pelas experiências vivenciadas, trabalhar estes conceitos se faz de extrema necessidade nas organizações.
Sugestão de Leitura: Inteligência Emocional - Daniel Goleman
Tenho vivenciado diversas frustrações profissionais tanto por parte da empresa, quanto por parte do profissional, pela falta de habilidades em conduzir situações que impactam diretamente no comportamento e atitudes humanas, fundamentais na fundamentação dos valores que devem fazer parte de uma organização.
Trabalhar a educação nas organizações vai além das dimensões técnicas, é preciso direcionar a prática profissional para um nível maior do Ser, e nesta constante construção, buscar fundamentar os comportamentos que vislumbrem as relações saudáveis, seguras e éticas é fundamental para uma gestão de alto desempenho.
E nesta pauta a inteligência emocional precisa ser entendida nas esferas corporativas, devendo atingir os objetivos, buscando o equilíbrio entre “o que” e “como”.
A capacidade de dominar com destreza suas atribuições técnicas, a habilidades de realizar suas tarefas com eficiência, sempre serão consideradas relevantes. No entanto, nenhum delas se traduzirá em resultados concretos se a denominada inteligência emocional não estiver presente em qualquer organização, principalmente em uma época em que relacionamentos no trabalho necessitam cada vez mais de melhor desempenho da equipe, devendo haver interação nas rotinas de qualquer empresa.
Para melhor entendimento, vamos ao conceito de Daniel Goleman, onde define inteligência emocional como “Capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nos e de nos relacionarmos.”
Acredito neste ponto de vista. Não devemos classificar o controle de emoções como algo negativo. Não se trata de bloquear sentimentos das pessoas, mas de ensinar e aprender como lidar com emoções. O autocontrole, senso de responsabilidade e o desenvolvimento da autoestima podem e devem ser ensinados desde a infância. E pelas experiências vivenciadas, trabalhar estes conceitos se faz de extrema necessidade nas organizações.
Sugestão de Leitura: Inteligência Emocional - Daniel Goleman



Lidar com pessoas exige muita sensibilidade, especialmente para perceber algumas limitações. Muitas vezes impostas pelo meio, pela falta de oportunidade de se aprimorar, entre outros. Admiro sua sensibilidade para com as pessoas, despertando nelas o que há de melhor!!!
ResponderExcluirO equílibrio emocional, principalmente de quem lidera é essencial. Devemos ter essa sensibilidade de perceber o que está acontecendo com pessoas, para podermos ajudar, levando em conta que o meio influi muito. como disse Josi Gomes Barros. E podemos mudar muita coisa com este sentimento de ajudar,as vezes só é necessário um apoio,para despertar um excelente colaborador ou um Líder. Parabéns Neide.
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