Por Neide Gomes Barros
Esta semana li
algo sobre liderança que reforça a minha crença. Dave Ulrich, um dos maiores
especialistas em gestão de pessoas do mundo, afirma que a liderança é um
esporte de equipe. Não é individual. A liderança não é apenas o que eu faço,
mas o que eu consigo realizar com os outros e por meio deles. Fazer com que as
pessoas se sintam bem com seu trabalho é crítico no desenvolvimento da
liderança.
Compartilho com esta definição e penso que o exercício da liderança pode ser comparada a uma grande sinfonia, conceituada como a reunião dos sons de vários instrumentos tocados ao mesmo tempo, o que sem sombra de dúvidas, requer do regente o desafio de procurar harmonizar numa só música, todas os sons dos diversos instrumentos, buscando a harmonização dos diferentes, procurando complementariedade. Quando o arranjo, o tom, o som dos instrumentos não estão afinados, a sintonia não acontece, o mesmo ocorre na gestão de pessoas, dificultando o equilíbrio.
Atribuo relevância, a um requisito, “o emprego do tom na gestão”, que em algumas definições, vem do tônus Latina, que por sua vez, deriva de uma palavra grega que significa "tensão". O termo tem vários usos e significados, sendo mais frequentes vinculada ao som. No campo da acústica, portanto, o tom é a propriedade do som que permite classificar os agudos para graves de acordo com sua frequência.
O tom também é um modo específico de expressão, de acordo com os fins ou as condições mentais do falante. Aqui me refiro ao tom de voz empregado nas nossas intervenções, principalmente as palavras que utilizamos para delegar, informar, orientar, treinar, corrigir e realizar as demais práticas relacionadas as nossas responsabilidades.
Precisamos aprender a observar nossos sentidos e desenvolve-los com sabedoria. Acredito ser um dos importantes passos na busca da harmonização de nossa gestão.
Compreender o desequilíbrio que causamos por meio de uma abordagem inadequada no ambiente de trabalho e no gerenciamento de nossa equipe é o primeiro passo para enxergar a necessidade de substituição de elementos destrutivos, por uma prática profissional capaz de inspirar e promover o desenvolvimento das habilidades e competências das pessoas e consequentemente na forma como exercemos nossa liderança.
Na obra do filósofo alemão Friedrich Nietzsche escrita entre 1883 e 1885 - Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém sugeriu, “O que torna as coisas agradáveis são os nomes e o sons que lhe são dados.”
Muito atual para os dias de hoje.
Compartilho com esta definição e penso que o exercício da liderança pode ser comparada a uma grande sinfonia, conceituada como a reunião dos sons de vários instrumentos tocados ao mesmo tempo, o que sem sombra de dúvidas, requer do regente o desafio de procurar harmonizar numa só música, todas os sons dos diversos instrumentos, buscando a harmonização dos diferentes, procurando complementariedade. Quando o arranjo, o tom, o som dos instrumentos não estão afinados, a sintonia não acontece, o mesmo ocorre na gestão de pessoas, dificultando o equilíbrio.
Atribuo relevância, a um requisito, “o emprego do tom na gestão”, que em algumas definições, vem do tônus Latina, que por sua vez, deriva de uma palavra grega que significa "tensão". O termo tem vários usos e significados, sendo mais frequentes vinculada ao som. No campo da acústica, portanto, o tom é a propriedade do som que permite classificar os agudos para graves de acordo com sua frequência.
O tom também é um modo específico de expressão, de acordo com os fins ou as condições mentais do falante. Aqui me refiro ao tom de voz empregado nas nossas intervenções, principalmente as palavras que utilizamos para delegar, informar, orientar, treinar, corrigir e realizar as demais práticas relacionadas as nossas responsabilidades.
Precisamos aprender a observar nossos sentidos e desenvolve-los com sabedoria. Acredito ser um dos importantes passos na busca da harmonização de nossa gestão.
Compreender o desequilíbrio que causamos por meio de uma abordagem inadequada no ambiente de trabalho e no gerenciamento de nossa equipe é o primeiro passo para enxergar a necessidade de substituição de elementos destrutivos, por uma prática profissional capaz de inspirar e promover o desenvolvimento das habilidades e competências das pessoas e consequentemente na forma como exercemos nossa liderança.
Na obra do filósofo alemão Friedrich Nietzsche escrita entre 1883 e 1885 - Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém sugeriu, “O que torna as coisas agradáveis são os nomes e o sons que lhe são dados.”
Muito atual para os dias de hoje.



Perfeito!
ResponderExcluirEm qualquer área da vida,saber tocar na equipe com harmonia.
Com amor, paciência, flexibilidade, então com o desenvolvimento das competências,descobrir novos talentos na equipe.
Querida, é no cotidiano das empresas e até em ambientes externos ao trabalho que percebemos como exercer a liderança é arte inerente a poucos. É preciso vivência, alguma experiência e uma dose alargada de sabedoria para fazer o arranjo ser harmônico e o tom ser certo. Post pode ser ampliado para qualquer situação da vida onde exista o convívio entre pessoas. É um exercício para alguns, parabéns.
ResponderExcluirMaravilha, Texto primoroso. Voce minha fonte de inspiração para minhas alunas.
ResponderExcluirVocês merece tudo isso ,Deus abençoe sempre. beijos queridas
ResponderExcluirToda felicidade do mundo Comadre.
ResponderExcluirObrigada!! Vocês são especiais !! Abraços!!
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